22 de maio de 2019

Pancake Day e Pancake Race

O Pancake Day, também conhecido por Shrove Tuesday comemora-se todos os anos em Inglaterra, no dia de Carnaval.
Reza a história que na Época Medieval, antes do início da Quaresma, os britânicos eram chamados pelos sinos das igrejas (conhecidos nesse dia como pancake bells) para irem confessar os seus pecados, serem absolvidos e abençoados.

Mas porquê panquecas?

Depois de se confessarem, os fiéis passavam o dia a comemorar com um banquete, uma vez que teriam de passar os quarenta dias seguintes, período que antecede a Páscoa, a fazer jejum. Assim, as panquecas eram uma forma de usar as reservas de manteiga, açúcar e ovos da comunidade, alguns dos alimentos que não podiam comer durante a Quaresma.
Ainda hoje, em várias cidades de Inglaterra, o pancake bell é tocado na Shrove Tuesday e os habitantes fazem uma corrida com frigideiras e panquecas.
Consta que esta tradição terá tido início em Olney, no condado de Northamptonshire, cidade onde se realiza anualmente a Pancake Race (corrida de panquecas), desde 1445.

Podes ver uma Pancake Race aqui:


Na semana em que celebra a Interculturalidade na nossa escola, os alunos tiveram a oportunidade de recriar esta divertida tradição inglesa conhecida como Pancake Race (corrida das panquecas).
Todos correram de frigideira em punho, com panquecas de brincar. Com mais ou menos técnica, lá viraram as panquecas e ninguém se importou com as que caíram no chão. O mais importante foi participar e conhecer esta tradição inglesa.


É uma tradição muito divertida!


Semana Cultural - Dança

Convidámos algumas pessoas a virem à nossa escola para celebrarem a dança connosco, partilhando os seus conhecimentos sobre a dança, mas principalmente o prazer de dançar.  


A professora Ana Leal, a professora Marie Beatriz e a dona Marília mostraram-nos três danças muito diferentes, mas igualmente fantásticas: a zumba, a dança livre e com meditação, e dentro da dança folclórica, o rancho tradicional algarvio. A dona Maria e a Gabriela, da turma 2, deram uma ajuda extraordinária à dona Marília!


Com a professora Marie Beatriz, fizemos um momento de relaxamento e de meditação.



E experimentámos a dança livre.





Tão bom! Tão relaxante!

Com a dona Marília, aprendemos muito sobre o rancho, nomeadamente sobre os seus trajes.


Há 100 anos, as senhoras vestiam-se assim. Tinham a roupa que usavam no dia-a-dia para ir trabalhar e a roupa domingueira, que só vestiam ao domingo para ir à missa ou às festas. Eram trajes muito diferentes!


A roupa de trabalho era mais simples. Usavam um lenço e um chapéu para proteger do sol e avental para proteger a saia. As meias eram simples e os sapatos tinham mais uso.




A roupa domingueira era mais cuidada! Os tecidos eram melhores, utilizavam rendas e uma mantilha na cabeça, em vez do lenço e do chapéu.


Depois desta explicação, a dona Marília e a Gabriela exemplificaram o corridinho, que é uma dança tradicional do Algarve.


A seguir, dançámos uma dança de roda.



Foi muito divertido!

Com a professora Ana Leal, dançámos zumba. Já tínhamos experimentado este género de dança noutras alturas e continuamos a gostar muito !



Ficámos cheios de energia!

Também convidámos a Associação de Dança de Lagos.


A professora Liliana, que além de professora de dança é a diretora da Escola de Dança, veio acompanhada de três bailarinas. Com elas, pudemos assistir a mais estilos de dança, através dos solos que fizeram.

A Julieta dançou o Baile dos Cisnes, que é ballet clássico.


A Victória, da turma 7, apresentou uma dança chinesa, do ballet Quebra Nozes.


A Mariana mostrou-nos uma dança cigana.




As três dançaram extraordinariamente e deixaram-nos encantados! 

Também na dança encontramos uma grande diversidade cultural!

A dança é uma arte que nos ajuda a libertar emoções e energias. Ajuda-nos a crescer mais saudáveis e fortes, tanto fisicamente, como psicologicamente.

                                               É tão bom dançar!


Muito obrigado a todas, pelos bons momentos que nos proporcionaram nestes dias!

Bora lá dançar!

21 de maio de 2019

Semana Cultural

Esta semana é dedicada à CULTURA.


Escolhemos algumas das suas áreas e dedicámos-lhes mais atenção.

Vamos experimentar e aprender um pouco mais sobre arte, nas suas vertentes da dança e do artesanato, explorar as ciências experimentais, e continuar a aprender com a diversidade cultural que existe à nossa volta.


BOA SEMANA!




16 de maio de 2019

As Maias

«As Maias» é uma tradição portuguesa que se mantém em várias zonas do país e que está ligada à celebração da natureza.

A maia era uma boneca de palha de centeio, em torno da qual havia danças durante toda a noite do primeiro dia de maio. Celebrava-se o final do inverno, a chegada da primavera, a fertilidade ou os alimentos que a natureza tinha dado, desejando que continuasse a dar no ano seguinte.

No Algarve, as maias e os maios são bonecos de trapo, construídos artesanalmente e acompanhados de cestos ou ramos de flores, que são colocados junto às entradas ou portas das casas.
Estes trabalhos artísticos são muitas vezes acompanhados de humor, quer pelas vestes, quer pelos versos que os acompanham.

Segundo a lenda, os lacobrigenses costumavam adornar um homem com as melhores jóias da terra e, montado num cavalo, o homem percorria as ruas de Lagos na manhã do Dia de Maio.
Um certo ano, o cavaleiro foi-se afastando e dizendo que as jóias quanto mais afastadas mais luziam. O homem foi-se afastando até desaparecer, sem nunca mais voltar. Desde então, a população de Lagos terá ficado a aguardar o regresso do Maio.

A nossa escola também construiu uma maia que ficou no Mercado de Santo Amaro, até ao dia 12. Agora está na entrada da nossa escola.