6 de março de 2026

Dia das Doenças Raras: Aprender sobre a diferença e a inclusão

 No passado dia 28 de fevereiro, assinalou-se o Dia das Doenças Raras. Na nossa turma, decidimos aproveitar esta data para conversar, aprender e refletir sobre algo muito importante: podemos compreender melhor quem tem desafios de saúde e mostrar amizade e respeito por todos.

Na nossa turma existe uma colega com uma doença rara e, por isso, este tema ganhou um significado ainda mais especial para todos. Começamos por recordar o que são doenças raras e percebemos que, embora afetem poucas pessoas, é importante falar sobre elas para aumentar a compreensão, o reconhecimento e a inclusão.

Após refletirmos sobre o significado deste dia, a turma elaborou um cartaz que foi afixado na entrada da escola. Ao longo do mês de fevereiro, estiveram também expostos na escola vários cartazes sobre o Dia das Doenças Raras.

Para assinalar a data, todas as salas foram ainda decoradas com balões, gentilmente oferecidos pela mãe da aluna da nossa turma que vive com uma doença rara.

Este trabalho permitiu-nos reforçar valores fundamentais como a amizade, a compreensão e a importância de cuidarmos uns dos outros. Foi também uma oportunidade para lembrar que a escola é um espaço onde todos devem sentir-se acolhidos, respeitados e valorizados.

Turma 3- 2.º ano



5 de março de 2026

Super-heróis

 


No âmbito do projeto “Fevereiro SEM Plástico”, que teve como principal objetivo sensibilizar os alunos para a problemática do lixo no planeta, em particular do plástico, cada aluno criou o seu próprio Super-herói, dotado de superpoderes para combater essa situação.

As atividades tiveram início na Oficina de Escrita e Leitura. A partir da leitura e exploração dos livros “Uma Lição vinda do Mar”, de Carmen Garcia, “Plasticus Maritimus”, de Ana Pêgo, “A Casa que o Amor Construiu”, de Jessica Meserve, e ainda da visualização do vídeo “As Aventuras do Vasco – Oceano de Plástico”, os alunos foram desafiados a imaginar e criar um super-herói e, inspirados pela criatividade, deram asas à sua imaginação.

Cada aluno elaborou a descrição do seu super-herói, dos seus poderes especiais e realizou o respetivo desenho.

Posteriormente, as famílias foram convidadas a participar no projeto e, em casa, construíram os super-heróis utilizando materiais reutilizáveis, enriquecendo assim a exposição final.


Todos podemos ser heróis nas pequenas escolhas do dia a dia!

Unidos por uma causa tão nobre, podemos contribuir para melhorar significativamente a vida dos oceanos.


Por isso, lembrem-se dos 3 R´s!

Reduzir

Reutilizar

Reciclar


Como resolver o problema do plástico

Como podemos resolver o problema do plástico?

 "Em 2050, poderá haver mais plástico do que peixes nos oceanos.

Mas o problema começa muito antes de chegar aos nossos oceanos, rios e praias e as soluções também devem chegar antes.

Devemos enfrentar esse problema na sua fonte.

Devemos eliminar o plástico de que não precisamos.

Devemos inovar para que todo o plástico de que precisamos seja projetado para ser reutilizado, reciclado ou composto com segurança.

E devemos circular e reutilizar tudo o que precisamos, garantindo que o plástico que produzimos permanece na economia e nunca se torna desperdício ou poluição."

Esta é a tradução da mensagem que este vídeo nos transmite, uma mensagem inspiradora que nos convida a refletir e a seguir.





3 de março de 2026

Sessão sobre Pradarias Marinhas - CCMAR


No âmbito do nosso Projeto “Fevereiro SEM Plástico”, tivemos o prazer de receber a bióloga marinha Inês Ferreira Guedes, que dinamizou uma atividade extremamente enriquecedora sobre as Pradarias Marinhas.

A iniciativa foi promovida pelo projeto RESTORESEAGRASS, desenvolvido pelo Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR) da Universidade do Algarve, proporcionando aos nossos alunos uma oportunidade única de aprofundar conhecimentos sobre a importância destes ecossistemas para a preservação dos oceanos.

Começamos por ouvir a história do "Senhor Cavalo Marinho", de Eric Carle, que nos ajudou a perceber como estes animais vivem nas pradarias marinhas e porque dependem delas para se protegerem e alimentarem.

Aprendemos que as algas vivem na água, mas não têm raízes, caules, folhas nem flores.

As ervas marinhas são plantas verdadeiras, que têm raízes, caule e folhas, produzem flores e sementes, vivem no fundo do mar, presas ao solo.

Ou seja, as ervas marinhas são plantas como as que existem em terra, mas adaptadas a viver no mar!



Percebemos que as pradarias marinhas são muito importantes porque servem de abrigo para muitos animais marinhos, como o cavalo-marinho; são locais de reprodução e crescimento de várias espécies; ajudam a produzir o oxigénio, protegem a costa, reduzindo a força das ondas; contribuem para manter a água mais limpa; são verdadeiros "berçários" do mar!



No final, tivemos a oportunidade de observar uma erva marinha ao microscópio, o que foi muito interessante! Conseguimos ver melhor a sua estrutura e perceber que é mesmo uma planta.




Foi uma atividade muito enriquecedora em que aprendemos como é importante proteger as Pradarias Marinhas e os seres vivos que lá habitam.


Agradecemos ao Centro de Ciências do Mar do Algarve pela colaboração e à bióloga marinha Inês Guedes, pela partilha de conhecimento e pelo entusiasmo contagiante com que conduziu esta experiência tão inspiradora.

Se quiserem saber mais sobre o projeto RESTORESEAGRASS, podem espreitar no link:


2 de março de 2026

Exposição "Fevereiro SEM Plástico"

Na nossa exposição “Fevereiro SEM Plástico”, os alunos tiveram a oportunidade de explorar a diversidade do mundo natural, observando de perto diversos animais marinhos, borboletas e escaravelhos. 





















Ao longo da visita, aprofundaram os seus conhecimentos sobre a importância da biodiversidade e o papel fundamental que cada espécie desempenha no equilíbrio dos ecossistemas.


A exposição proporcionou também um momento de reflexão ao apresentar imagens impactantes da poluição nos oceanos, evidenciando a dimensão do problema. 


Os alunos puderam conhecer os diferentes tipos de microplásticos, compreender como se formam e de que forma afetam os seres vivos marinhos e, consequentemente, todo o planeta.











Foram ainda abordadas as chamadas “ilhas de lixo”, reforçando a necessidade urgente de reduzir o consumo de plástico e adotar comportamentos mais sustentáveis no dia a dia.

Esta iniciativa permitiu sensibilizar a comunidade escolar para a proteção do ambiente, promovendo uma maior consciência ecológica e incentivando pequenas ações que fazem uma grande diferença.

Deixamos o nosso agradecimento ao CCMAR (Centro de Ciências do Mar do Algarve) e à Associação A Rocha, pelo enorme contributo para realização desta exposição.